CASA DE FADOS
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CASA DE FADOS

fados e putas, futebol e toiros, são as interligações duma cultura à portuguesa. assim como o cozido, as pataniscas de bacalhau e o velho copo "três". tinto.


13.6.07
 


Alfama ganhou pelo quarto ano consecutivo as Marchas Populares de Lisboa.
Foi também vencedora na coreografia, no figurino (com Marvila), e na musicalidade (também com Marvila, Bairro Alto e Campolide).

Abram pois caminho porque vai Alfama a passar.

A classificação ficou assim ordenada:

1º Alfama
2º Marvila
3º Campolide
4º Castelo e Mouraria
5º Alcântara
6º Lumiar
7º Bica
8º São Vicente
9º Madragoa
10º Olivais, Bairro Alto
11º Alto do Pina
12º Graça
13º Carnide
14º Bela Flor
15º Santa Engrácia
16º Beato
17º Ajuda
18º Benfica

Aqui também cabe uma palavra de apreço, e os Parabéns, pelos 20 anos de desfile da Marcha Infantil da Voz do Operário.



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5.5.07
 


''Se fado quer dizer destino; então que se fale de Raquel Tavares.
Sente-se na voz, na atitude, na expressão e acima de tudo na coragem que tem em assumir-se como 'Uma Fadista'. Tudo isto não pode ser por acaso, nem pelo facto de se falar de uma artista com um enorme talento para representar. Nenhuma grande actriz poderia assumir tão bem este papel.
Alem da versatilidade, Raquel Tavares tem o talento de recriar aquilo que poderia ser um 'Fado Balada' ou um 'Fado Canção', num grande fado dos nossos tempos, como nos temas 'Noite', 'Querer Cantar', 'Por Momentos' ou 'Trazes pedaços de mim'. Dando-lhes assim a sua interpretação de forma tão carismática.
Existe ao redor da artista um 'íman' que atrai a criação de todos os que a rodeiam, desde o disco ao espectáculo que se foi criando por si só, na inspiração daquilo que é o personagem principal e ao mesmo tempo a 'musa' deste projecto. Tinha de ser mesmo assim. Não se poderia abordar outro tema, senão a 'História de uma Cantadeira'. A história de Raquel Tavares.
Inevitavelmente 'O Seu Destino', aquilo que ela nunca poderia deixar de ser.''
Fonte Teatro da Trindade

''Aos 22 anos de idade, Raquel Tavares já venceu a Grande Noite do Fado, em 1997, e actuou em vários palcos nacionais (como o Café Luso) e europeus (Paris, Roma, Bolonha). Actualmente é presença habitual numa das mais prestigiadas casas de fado lisboetas, a Casa Linhares.''
Fonte At-Tambur

A entrevista com Carlos Vaz Marques
Gentileza TSF





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18.4.07
 


Parabéns Thita! Parabéns mano! Parabéns Lourenço!





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5.4.07
 


Já aqui se referiu a História do Fado. Desde António Maria Eusébio (Calafate) em Versos do Cantador de Setúbal -1901, a Júlio Dantes com A Severa e o envolvimento dos Marialvas no seu progresso.
Mas o Fado é a expressão musical enraizada no povo.
Mesmo que tenha sido a nobreza que mais significado tenha dado a tal critério.

E aqui, quem escolhe os critérios sou eu, até que me tirem do sistema, ou não poder mais divulgar os (ainda) acessíveis ficheiros de som disponíveis nesta Internet, cada vez mais poderosa, mas ao mesmo tempo, mais privatizada pelo lucro.
Daí, recuperar um fado inédito da saudosa Hermínia que reporta a dita cuja.
Antes que seja tarde.


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7.3.07
 


Temporariamente encerrado para obras



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24.12.06
 


Uma Noite de Fados

Tony de Matos e Hermínia Silva para começar.

Carlos do Carmo - O Cacilheiro


Amália - Amor Sem Casa


Mariza - Toada Do Desengano


Zeca Afonso, Alfredo Marceneiro e...

Dulce Pontes - Tudo Isto é Fado


Artistas convidados desta noite:

Aldina Duarte, Camané e as Joanas. A Melo e a Amendoeira.





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17.12.06
 


Acontece que no Natal não dispenso ouvir fados.
Provavelmente vou colocar aqui alguns. Apenas para os que também gostam de ouvir quando, alegadamente, possam não ter mais nada p'ra fazer.

A minha primeira convidada para uma noite especial é Ada de Castro. Que pode começar já por ouvir.


Até lá, então.



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31.10.06
 


Nasceu em Lisboa em 21 de Outubro de 1911 na Rua da Condessa (ao Carmo). Mulher inteligente e culta, com hábitos de leitura e independente, Berta Cardoso faleceu em 12 de Julho de 1997.
(dados recolhidos da sua biografia)

Partindo do nome da música de Alfredo Marceneiro que ela celebrizou, Fado Cravo, esta exposição propôs uma viagem pelo percurso biográfico e artístico desta emblemática figura do universo fadista.



Limitado por afazeres profissionais não me foi possível presenciar ao vivo a Exposição realizada no Museu do Fado. No entanto, houve quem o pudesse fazer com encanto e graça, profissionalismo e rigor, e disponibilizasse a visualização sonora desse momento: Rogério Santos.

Este blog agradece também a Ofélia Pereira. Sem o seu aviso, nunca conseguiria saber como decorreu.

Obigado a ambos.



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6.10.06
 


7.º Aniversário da morte de Amália

Uma deliciosa resenha histórica da vida da maior cantadeira do Fado.
Por Leonor Lainz.

E aqui ficam dois registos sonoros da Diva.


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2.10.06
 


Sete fadas me fadaram
Sete irmãos m'arrenegaram
Sete vacas me morreram
Outras sete me mataram

Sete setes desvendei
Sete laranjinhas de oiro
Sete piados de agoiro
Sete coisas que eu cá sei

Sete cabras mancas
Sete bruxas velhas
Seter salamandras
Sete cega-regas

Sete foles
Sete feridas
Sete espadas
Sete dores
Sete mortes
Sete vidas
Sete amores
Sete estrelas me ocultaram
Sete luas, sete sóis
Sete sonhos me negaram
Aqui d'el rei é demais


(Zeca Afonso)



Fundação Amália Rodrigues: herança ou burla?

Amália "gostava de ser quem era". Muita gente que conheço já não sei, mas que há aqui matéria para esclarecer lá isso há.





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25.9.06
 


Registos de Amália no filme "Fado, História d'uma Cantadeira", gentilmente lembrado no YouTube.















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24.9.06
 


Não há bela sem senão e a tradição já não é o que era.
Saiba porquê.



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21.9.06
 


Manassés de Lacerda, Reinaldo Varela, Luís Petroline, Júlia Florista, Roberto Catão, José Bastos, Isabel Costa, Almeida Cruz, Eduardo de Souza, Rodrigues Vieira, Delfina Victor, Maria Vitória. Nomes de velhas glórias do fado inscritas na memória popular, sobre a maioria das quais não havia sequer certeza de que alguma vez tivessem gravado a sua arte. O único testemunho documental dessa importante parcela da história cultural portuguesa encontra-se em Inglaterra, entre o espólio de oito mil registos em discos de 78 rpm que o coleccionador Bruce Bastin acumulou ao longo das últimas três décadas. Um acervo dedicado ao fado, mas onde se guarda também algum repertório de revista, de outras formas de música popular tradicional e até encenações históricas - como uma gravação do texto da proclamação da República. Os títulos mais antigos remontam a 1903 e esta é unanimemente considerada a mais valiosa e importante coleccção de fado do mundo.

in DN

E "esta" também é uma boa nova!



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12.9.06
 
O meu Ground Zero

Declamado por José Carlos Ary dos Santos, o poeta eterno.



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9.9.06
 



Uma dupla de sucesso que também cantam o Fado.


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2.9.06
 


Convidados (7)

''Aquele que viria a ser uma das mais carismáticas figuras da noite lisboeta, nasceu filho do Porto em 1924; António Maria de Matos. Tony de Matos para a posteridade.
Filho de artistas da companhia teatral itinerante de Rafael de Oliveira, desde cedo começou a lidar com os palcos. A oposição paterna vai contrariar, contudo, o gosto que o jovem tem pelas cantigas. "Cantar só se fosse na rua, porque o meu pai não queria de modo algum que eu seguisse a carreira de artista", disse mais tarde.''
Era um ''cantor e charme'', como gostava que o tratassem. E assim o era, penso eu.

Fonte Macua - Biografias


Fado dedicado aos detidos no Estabelecimento Prisional de Lisboa, na pessoa singular de Zé ''Prisas'' Amaral que este post reclamou. Mas ao contrário do que o fado diz, vale sempre a pena lutar até ao fim.


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28.8.06
 


Convidados (6)

"Os locais mais típicos de Lisboa, as velhas casas onde se cantou o fado, e outros sítios de reunião propícios à canção, foram desde muito cedo as paragens preferidas por Carlos Ramos. Alcântara foi o bairro da capital onde nasceu, onde viu Amália cantar e conheceu os sons da guitarra de nomes como Francisco Caldas. O curso de medicina, para o qual se preparou até perto dos dezoito anos, acabou por ficar para sempre adiado, devido ao falecimento do pai que o obrigou a encontrar trabalho para assim prestar auxílio ao sustento da família.
O começo de carreira como fadista veio só em plena vida adulta, depois de ter completado trinta anos. As primeiras actuações ocorreram no "Luso", no Bairro Alto. Foi durante essa época que começou a cantar o fado que mais tarde lhe trouxe a fama.
Faleceu a 9 de Novembro de 1969, consagrado como um dos nomes incontestados do Fado."

Fonte Cotonete


Um dos meus fados preferidos pode ouvir-se já de seguida.


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20.8.06
 


Convidados (5)

É natural do Montijo e aos 7 anos inicia os estudos na área da música.
Em 1991 vence o Festival da Canção com ''Lusitana Paixão'' e na Eurovisão fica num honroso 8.º lugar entre 22 participantes. A partir daí a sua vida mudou completamente. Mergulhou nas raízes da música popular portuguesa, incluindo o tradicional Fado - à época, considerado defunto - e conseguiu reinventar algo que parecia extinto.
(Fonte: Seara.com)

Uma das canções dela que mais gosto:



Para conhecer um pouco mais de tudo quanto a rodeia e a sua própria vida artística, clique aqui, s.f.f..



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10.8.06
 
O genérico deste blog em vídeo. Cantado por Sofia Barbosa e Joana Melo (2002).






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2.8.06
 


Convidados (4)

Joana Amendoeira é fadista há quase tanto tempo que é gente. Apesar dos 23 anos de idade, conta já na sua carreira com três álbuns de estúdio gravado no Teatro Municipal S. Luiz no final de 2004 (e um CD lançado em Julho de 2005) . O seu valor é já certeza nacional e vai crescendo até transbordar as fronteiras e fazer terra do fado todo o palco por onde coloca a voz. Que o digam os espectadores rendidos do Mercat Musica Viva de Vic, da Stricly Mundial, da Feira do Livro de Turim, do Festival Ile de France ou do Festival Atlantic Waves. Quando Joana Amendoeira o renova, o fado está onde ela for, deixa de ser propriedade de alguém ou de algum sítio para ser melodia de todos. Foi por isso que a Casa da Imprensa a premiou com o Prémio Revelação em 2004.

Fonte Artistas & Espectáculos

De 3 a 9 de Agosto, exposição no Museu do Fado sobre Berta Cardoso. Veja o vídeo:






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29.7.06
 


A RTP está a produzir um programa que me parece agradável de ver e ouvir.
Vamos tentar seguir o dito cujo e tentar colocar aqui, para os viciados da Net e saudosistas dos musicais que lhes recordam a infância e a mocidade doutros tempos, os temas mais preferidos.
Para me dar algum trabalho, diga qual a sua que vou à procura. Tipo "quando o telefone toca".
Já de seguida, verifique se gosta destas.


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Mas há mais! Peça que a gente passa.




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24.7.06
 


Beatriz da Conceição é uma das personalidades artísticas mais vibrantes da segunda metade do século XX. Nascida no Porto em 1939, torna-se fadista num episódio quase lendário: vai ouvir fados à casa de fado de Márcia Condessa, alegra-se com a sangria e trauteia um fado. É logo convidada pela D. Márcia para ficar a cantar na casa. O restaurante criou grande celebridade em Lisboa e um dia terá lugar na história da boémia da cidade, pelo casticismo com que marcou a Praça da Alegria. Segundo Vítor Duarte Marceneiro, Márcia Condessa «era uma senhora afável, bem-disposta, era uma conhecedora do fado», tendo muitos artistas a tocar no restaurante, onde se «comia muito bem».
(apontamentos apanhados algures, na Internet)

Beatriz já não regressa ao Porto. Ficou por inteiro na terra do Fado.
Vamos ouvi-la numa das célebres canções de Maximiano de Sousa. Max, para os amigos.


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Uma referência para João Carvalho Fernandes. Um Madeirense de gema que é r(c)apaz de gostar de Fado.



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22.7.06
 


Faz tempo que perdi o rasto a este companheiro das noites de Fado. Tipógrafo no Bairro Alto, enveredou por ser fadista.
Já faz uns anos e a Internet nunca é simpática na disponibilização de dados sobre artistas portugueses.
Consegui arranjar um 31, foi o que foi.


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6.7.06
 
Convidados (3)

Noite de Fados


Dedicado a Zé "Prisas" Amaral e aos companheiros dele que não se devem queixar da pena que lhes calhou. Sabiam os riscos que corriam quando escolheram o modo de vida. Mas ser bandido, condenado, recluso, é fodido.
Todavia, houve fadistas e consagrados escritores portugueses que passaram pelo mesmo.

Para eles, a minha contribuição musical, já que não sou juiz para avaliar da sua reabilitação.


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Tony de Matos


Mariza


Francisco José

Alfredo Marceneiro





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5.7.06
 


Convidados (2)

Aldina Duarte é uma apaixonada do fado. Ou, melhor, do fado tradicional tal como está consagrado no espólio de músicas que hoje constitui a sua mais poderosa memória e o núcleo duro do fado. Estudiosa e investigadora, mas também cantora de corpo inteiro, dedicou muitos anos da sua vida ao fado (para além de ser encantadora e uma mulher muito bonita *). (in At-Tambur.com)

Ora faça favor! Basta clicar em "Audio" e vai ouvi-la.

* o sublinhado é meu.




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3.7.06
 
Convidados (1)



Numa fase em que estamos a recolocar Portugal no mapa, nada melhor que termos convidado Nelly Furtado para a nossa Casa de Fados.
A luso-canadiana saltou esta semana para o primeiro lugar das listas de vendas com o seu novo disco «Loose», e é a cantora mais ouvida nas emissoras radiofónicas em língua inglesa nos Estados Unidos. O álbum conta com a participação dos Da Weasel.


Pode auscultar em primeiro ouvido (antes do lançamento oficioso em Portugal) duas faixas escolhidas ao acaso antes que ela me processe. Porque tenho quase todas as outras disponíveis.


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13.6.06
 

Foto: João Relvas/Lusa

Eu não disse...?


Ary dos Santos - (retirado daqui)

Uma das marchas d'Alfama cantada por Amália: "Lá vai Lisboa".



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6.6.06
 


No mês de Junho, e um pouco por toda a cidade de Lisboa, há cor e flores em todas as vielas. Das ruas de Alfama de onde o mar se vê, há alegria no ar e bandeiras nas janelas e trabalho. Muito trabalho voluntário integrado em mais um ano das Festas da Cidade (fotos das Marchas no ano anterior). Estão por perto, também os santos. Aqueles Santos Populares onde a sardinha é rainha e o copo tinto o seu amor apaixonado. Por todos os lados bairristas desta Lisboa, é patente a simpatia reconhecida de todo um povo. Povo esse a que se junta os que levam as melhores saudades para lugares distantes e onde não faltam bailes nas ruas, manjericos e versos populares.

Para além de muita outras a que não temos acesso, recuperamos aqui uma Marcha da década de 60 interpretada por Fernando Farinha. O tal miúdo da Bica.
Que por qualquer acaso até nasceu no Barreiro. Outra terra de gente boa.

Entretanto, pode ouvir excertos de outras Marchas cantadas pela nossa Amália. (link)




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2.6.06
 


As dificuldades que a vida lhe apresentou constituíram motivo ainda maior para que a prossecução do seu sonho de vida, ser fadista, fosse ainda mais esforçado. Maria da Conceição Costa Gordo, ou simplesmente Maria da Fé, começou por ganhar um concurso de cantadeiras com apenas catorze anos. A estreia em palco ocorreu no teatro de revista, no Teatro Vale Formoso, no Porto, antes de partir para Lisboa, e aí aparecer no verdadeiro salto da sua carreira quando se mudou para Lisboa, com dezassete anos. Foi então que começou a cantar em Casas de Fado.

Vamos ouvi-la.


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23.5.06
 


Segundo Nuno Camacho ( www.portugaltunas.com ), a ''História das Tunas é algo que, ao contrário do que muitos poderão pensar, remonta à Idade Média, senão mesmo antes. Muito pouco se sabe ao certo sobre a evolução e a origem delas, apenas algumas lendas e alguns escassos trabalhos de recolha histórica nos permitem definir, aproximadamente o percurso das Tunas e dos Tunos desde a sua origem.
Assim, hoje em dia, são um fenómeno cultural, secular que se encontra generalizado em Portugal, Espanha e América Latina, existindo apenas algumas fora destas regiões.''

Vamos ouvir Luís Goes e uma rapsódia portuguesa por uma Tuna feminina que não consegui identificar.


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